Em greve há um mês, a
Universidade Estadual de Goiás (UEG) enfrenta a maior greve de sua história,
com 14 unidades paralisadas e a união entre professores, alunos e funcionários
administrativos. Entre as reivindicações podemos citar as mais urgentes:
1- Aprovação da reformulação do Plano de Cargos e
Vencimentos dos professores (Lei nº 13.842/2001), conforme pré-projeto
encaminhado à V. Exa. pelo magnífico Reitor da UEG. Execução: imediata.
2- Construção de Restaurantes Universitários em todas as unidades, iniciando pelas que funcionam durante mais de um turno diário. Execução: imediata com conclusão em 2013.
3- Construção de moradias estudantis. Execução: imediata com conclusão em 2013.
4- Reforma, ampliação e construção da infraestrutura das unidades, conforme as necessidades apresentadas. Execução: imediata com conclusão em 2013.
2- Construção de Restaurantes Universitários em todas as unidades, iniciando pelas que funcionam durante mais de um turno diário. Execução: imediata com conclusão em 2013.
3- Construção de moradias estudantis. Execução: imediata com conclusão em 2013.
4- Reforma, ampliação e construção da infraestrutura das unidades, conforme as necessidades apresentadas. Execução: imediata com conclusão em 2013.
As unidades da UEG sofrem
atualmente com sucateamento em sua estrutura sendo que uma das unidades
(UnUCSEH – Anápolis), tem um pedido de interdição pois seu prédio está
condenado, prédio este que nunca recebeu uma reforma desde sua construção em
1960. Além disso, os alunos também sofrem com a falta de professores, e com
essa falta os alunos foram obrigados a unirem turmas o que prejudica o processo
de aprendizagem em sua essência.
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| Imagem retirada do blog Mobiliza UEG |
Diante dessa realidade de total
descaso com a educação, o movimento grevista tem ido à luta para oferecer
condições humanas para o ensino-aprendizagem de seus alunos e professores,
porém o que encontraram até o exato momento foi um silêncio ensurdecedor por
parte do governador do estado, Marconi Perillo, que em nota na sua página
oficial no facebook tem declarado que os alunos da UEG devem migrar para o
ensino privado já que a restauração do ensino na UEG não acontecerá. Além
disso, o reitor da Universidade Haroldo Reimer, tem fechado os olhos para a real
situação das unidades da UEG o que traz aos envolvidos com a greve um
desconforto muito grande.
Em Assembleia, o movimento
grevista afirma que a UEG só voltará as suas atividades quando suas reivindicações
forem ouvidas. É valido lembrar que nesta última semana o governo lançou uma propaganda onde mostra os avanços da
educação no Estado de Goiás e nós professores e alunos repudiamos está
iniciativa do governo pois não tem sido transparente com a população
goiana.
Convidamos você, caro leitor, a
se unir conosco nessa luta pois não lutamos apenas por uma universidade de
qualidade, mas lutamos para que a Educação em nosso Estado seja de fato a
prioridade. E assim, continuaremos a lutar pelo nosso direito de ter ensino
gratuito de qualidade.
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| Gustavo Mendonça, estudante de Geografia |
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| Daviane Neves e Alessandra Santos, estudantes de Pedagogia |
Fontes:



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